O suplente do vereador Luiz Carlos Tamarozzi (PTB) (afastado judicialmente), tomou a palavra na tão esquecida tribuna da Câmara. Em seu discurso, no qual alega “largar de lado as frases de impulso” e deixa o “coração falar”, Scaff (PTB) afirma que o “momento é dificil”. Em entrevista depois com os repórteres que cobrem o dia-a-dia do legislativo, o petebista reconheceu que o tempo é curto para a realização de um bom trabalho – ainda mais quando isso é somado com todas as dificuldades éticas da Câmara. Scaff resumiu a sua convocação em “Missão Divina: restabelecer a dignidade da Casa”.
Se ele cumprir esse objetivo em tão poucos meses, vou começar a refletir mais sobre as possibilidades de intervenções divinas na política.
Mas o Scaff é na verdade um sortudo, né? as três vezes que ele assumiu cargo de vereador foi na posição de suplente. Ele diz que isso não é questão de sorte, mas sim questão de receber votos que só lhe cabe de suplente.
Eu não apurei o assunto e a comissão de ética da câmara ainda não se pronunciou sobre algum vudu ou mal-olhado que ajudam este dado inusitado na carreira política do petebista.




