Evento debate ética na web


traduzindo: 4º Seminário Ética e a Construção da Notícia

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(Participações, organização e o endereço completo)

Na minha opinião…

Quem me enviou o material foi a Sônia Lenira (Professora do curso de Jornalismo e assessora no Núcleo de Comunicação da Prefeitura de Londrina), que, aliás, já lecionou para mim. Creio que é ela quem encabeça a organização deste evento (com a ajuda dos acadêmicos do segundo semestre) desde o inicio. 

Na terceira edição do seminário eu colaborei na organização. Mandei uns e-mails, fiz spam, tirei dúvidas e até fui nas redações levar o convite para os jornalistas-palestrantes. Gostei de participar, apesar de passar grande parte do tempo fotografando para a faculdade. Pensando bem, em várias palestras ou seminários, estava eu lá, fotografando para Unopar.

Este ano acredito que a discussão será mais íntima do público. Praticamente todo o aluno se pauta na web pra fazer qualquer coisa acadêmica, salvo raras exceções em que o google não era um instrumento do saber. As noticias online são bem mais acessíveis e os blogs confrontam opiniões.

No primeiro dia do seminário, por exemplo, teremos uma mesa politicamente partidária. Vou explicar: O blogueiro Claudio Osti – que leio sempre, por sinal – está com o Hauly nessas eleições; A Tribuna do Norte, do jornalista João Arruda, gastou R$15 mil fazendo doação a cinco candidatos paranaenses nas Eleições 2006 (entre eles Hauly e André Vargas).

Isso, por si só, caracteriza um jornalismo anti-ético? Creio que não. Quem vai dizer isso é a conduta do jornalista e do veiculo no tratamento aos candidatos.

Como diz o Cláudius da Revista Caros Amigos: Tem rabo? preso ou solto? 

E normalmente é aí, na aproximação dos jornalistas com temas específicos, que o estudante leva um balde de aguá congelada na cabeça. O curso (técnico) de jornalismo superlativa muito o acadêmico em seu primeiro ano (”Médico pensa que é Deus, jornalista é!”). No seminário passado, ouvir um jornalista (Marcelo Frazão, JL) falando que esse papinho de ser neutro é bulhufa, é como levar um tapa na cara. Muito acadêmico ignora o aviso e sai fazendo bico – prontos para serem os próximos quadros na redação.

Já dizia o Fábio Silveira, “Como você vai ser imparcial com alguma coisa? A menos que o jornalista fosse um cara que não morasse em lugar nenhum, não tivesse time de futebol, nacionalidade, família (…) esse ser humano não existe”, e assim, mostrando essa lacuna visível, ele propõe formas de se fazer e pensar jornalismo.   

Portanto, o bom de ouvir estas discussões em seminários é que, além de aprender, teremos ali na nossa frente a primeira visão do jornalismo na forma do jornalista. Você houve algumas idéias que criam um divisor de águas em sua mente: Serei do tipo canalha como fulano de tal ou como aquele outro, que faz valer a pena?

Ah, apesar do foco ser os estudantes de jornalismo, qualquer interessado pode comparecer e participar do seminário como espectador – boa dica aos blogueiros da região.

Aviso Urgente: Eu ainda não recebi meu certificado do ano passado e isso me impede de indicar para você os benefícios que a inscrição no seminário poderia lhe trazer.

Até lá!

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Arquivado em Internet, jornalismo, Londrina

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