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A volta dos que já foram…

Na última semana, o meu Google Alerts ignorou os dois candidatos do (novo) segundo turno na cidade. Barbosa Neto, o nome, só entra em destaque para falar dor tema “Copa do Mundo”. Detalhe importante: Barbosa Neto é da Goias Turismo e briga para levar a Copa a Goiania. Já Hauly, pela singularidade do nome, aparece poucas vezes.

Agora, após os apoios bombásticos que poderão mudar o rumo da  nova eleição, é provável que os candidatos irão lotar a minha caixa de emails.

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Sobre o apoio do PTdoB ao Barbosa

“Ora, mas não consigo entender…
Tem boca de sucuri nessa história, gente”

Confira o video (bem lembrado no Paçoca) do PTdoB versus Barbosa Neto:


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Atualização

Apenas atualizando (e corrigindo) um post antigo:

barbosaneto

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Projeto de lei do cartão transporte: Ele não desiste fácil

O texto que o vereador Rodrigo Gouvea (projeto de lei nº24/2008) tenta aprovar (para conceder os trinta créditos aos presidentes de bairro/favela) é mais antigo que andar para trás. Ele não foi usado só em 2008 e 2009, conforme comparei, mas já foi usado também em 2005. Nessa época, ele não era o 48, nem o 24: Era 155.
O autor: Roberto Fú (novamente).
O texto é o mesmo há quase 4 anos.
O referido projeto também recebeu o parecer contrário da comissão de justiça  e, assim como seu filho (projeto nº48/2008), foi arquivado.
Pelo visto, agora é a vez de seu neto (nº24/2009) tentar – até agora sem sucesso – mudar alguma coisa.

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Um projeto de lei para legitimar a lei não-legitimada

Já usei esse título em outra postagem, para falar do mesmo assunto. Como sou leitor diário dos blogs da cidade, vi que alguns divulgaram em postagens que descobriram que tem vereador querendo dar cartão de ônibus para presidente de associação de moradores. É óbvio que as postagens deste ano e até comentários que ouvi ano passado não louvavam o projeto.

Porém, vou voltar a lembrar de algo (já havia dito isso em email ao Délio Cesar, quando fez a mesma coisa) : Isso de dar passe não é tão original.
Ao ler o projeto o que se pode notar é que a lei já existe, só que em forma de passes. Na TCGL nunca ouviram falar dela; CMTU idem. A justificativa do projeto é exatamente essa: Obrigar a distribuição das passagens, que é lei.

Portanto, a lei nº 5.428,  de 21 de junho de 1993, diz que o presidente de associação/favela/comunidade tem o direito a trinta passes mensais. A idéia dos vereadores ao puxar esse assunto, é, na justificativa, revogar a lei para adapta-la ao novo sistema – e de tabela, coloca-la em funcionamento.

É claro que não sou inocente a tal ponto de achar tudo um mar de rosas, sei da luta do passe-livre e dos absurdos praticados pelas empresas de transporte coletivo.
Mas os vereadores acharam um gancho para beneficiar os presidentes de bairro, e, é fato, o gancho existe.

Às vezes é só um projeto de lei eleitoreiro: Mas a lei permite… e o gancho existe.

Acredito que as questões deveriam tomar um outro rumo: Quando as empresas assinaram um contrato de 33 anos com o município, na gestão passada, elas não estavam cientes das leis da cidade? Não são obrigadas a cumpri-las?

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Novo Blog em Londrina

Acabo de saber, através de uma referência para uma de minhas postagens, que tem blogue novo na área. Não tem autor, mas a ideia (sem acento) é indexar notícias da cidade (sejam de sites ou blogs da região).

o endereço é londrina.blog.br.

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Perguntinha chata sobre a Sercomtel?

Além do óbvio no cargo chamado “conselheiro” da Sercomtel, que se reune uma vez por mês por quase R$3 mil reais, fica uma pulga atrás da orelha:

Por que não usam os dados oficiais pra qualquer tipo de conselho?

A empresa possui call-center. Lá eles registram todos os tipos de ocorrência vinda do usuário: Desde cabo de modem torcido até autorização para subir em pé-de-goiaba em propriedades da Sercomtel. O Servico é 24 horas, 7 dias por semana e o ano todo, não uma vez ao mês. Se alguém ligar às 4 da manhã pedindo pra registrar que o cliente está infeliz com a direção e o marketing da empresa, vai ser anotado e até protocolado.

Ah, e a remuneração desse povo? Oras, é a de call-center. Longe de ser (quase) 3 mil reais.

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